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Perguntas Frequentes

A prevenção e o combate a incêndios;

O socorro às populações, em caso de incêndios, inundações, desabamentos e, de um modo geral, em todos os acidentes;

O socorro a vítimas em áreas de difícil acesso (Resgate);

O socorro e transporte de acidentados e doentes, incluindo a urgência pré-hospitalar, no âmbito do sistema integrado de emergência médica;

A emissão, nos termos da lei, de pareceres técnicos em matéria de prevenção e segurança contra riscos de incêndio e outros sinistros;

A participação em outras atividades de proteção civil, no âmbito do exercício das funções específicas que lhes forem cometidas;

O exercício de atividades de formação e sensibilização, com especial incidência para a prevenção do risco de incêndio e acidentes junto das populações;

A participação em outras ações e o exercício de outras atividades, para as quais estejam tecnicamente preparados e se enquadrem nos seus fins específicos e nos fins das respectivas entidades detentoras;

A prestação de outros serviços previstos nos regulamentos internos e demais legislação aplicável.
 

Área de atuação é a área geográfica predefinida, na qual um corpo de bombeiros opera regularmente e ou é responsável pela primeira intervenção;

Cada corpo de bombeiros tem a sua área de atuação definida pela ANPC, ouvido o Conselho Nacional de Bombeiros, de acordo com os seguintes princípios:

a) A área de atuação de cada corpo de bombeiros é correspondente à do município onde se insere, se for o único existente;

b) Se existirem vários corpos de bombeiros voluntários no mesmo município, as diferentes áreas de atuação correspondem a uma parcela geográfica que coincide, obrigatoriamente, com uma ou mais freguesias contíguas.

Havendo no mesmo município um corpo de bombeiros profissional ou misto e um ou mais corpos de bombeiros voluntários, a responsabilidade de atuação prioritária e comando cabe ao corpo de bombeiros profissional ou, quando este não exista, ao corpo de bombeiros misto, sem prejuízo de eventual primeira intervenção de algum dos outros em benefício da rapidez e prontidão do socorro.

Fora desses casos, havendo no mesmo município vários corpos de bombeiros voluntários, a responsabilidade de atuação prioritária cabe ao corpo de bombeiros da respectiva área de atuação, ainda que exista intervenção conjunta de outros corpos de bombeiros, sem prejuízo de eventual primeira intervenção de algum dos outros em benefício da rapidez e prontidão do socorro.

Na sua área de atuação, cada corpo de bombeiros assegura a atividade operacional em todos os serviços para os quais for solicitado e seja considerado apto ou, fora dela, em todos aqueles que, nos termos legais, lhe forem requisitados.

Nos municípios em que se justifique, os corpos de bombeiros voluntários ou mistos detidos pelas associações humanitárias de bombeiros podem dispor de equipas de intervenção permanente, cuja composição e funcionamento é definida por portaria do membro do Governo responsável pela área da administração interna.

Nos municípios onde existam mais de um corpo de bombeiros podem ser criadas forças conjuntas que desenvolvam a sua atividade de forma partilhada.

Uma força conjunta pode ser constituída pela integração da totalidade, ou parte, dos quadros ativos de cada corpo de bombeiros.

O comando da força conjunta é determinado por decisão dos comandantes dos corpos de bombeiros envolvidos.
 

É estabelecido, pela Portaria n.º 202/2013, de 14 de junho o período crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta Contra Incêndios que, no ano de 2013, vigora de 1 de julho a 30 de setembro, nele devendo ser asseguradas medidas especiais de prevenção contra incêndios florestais.

Bombeiro é indivíduo que integrado de forma profissional ou voluntária num Corpo de Bombeiros, tem por atividade cumprir as missões destes, nomeadamente a proteção de vidas humanas e bens em perigo, mediante a prevenção e extinção de incêndios, o socorro de feridos, doentes ou náufragos, e a prestação de outros serviços previstos nos regulamentos internos e demais legislação aplicável.
 

O ingresso na carreira de bombeiros, faz-se com a idade mínima de 16 anos e máxima de 55.

Para tal pode dirigir-se ao Corpo de Bombeiros da sua área de residência, efetuando a sua inscrição como estagiário, fase esta que obriga à frequência com aproveitamento do Curso de Instrução Inicial de Bombeiro, composto por seis módulos com um total de 350 horas de formação.

Assim e ainda que a idade de ingresso no Corpo de Bombeiros seja os 18 anos, para inicio do estágio bastará já ter completado 17 anos uma vez que o estágio tem a duração mínima de um ano.

Para a Fanfarra dos BV Benedita poderão ser recrutadas crianças com idades a partir dos 6 anos.

Para a escola de cadetes, jovens entre os 16 e os 17 anos.

O Sistema Integrado de Emergência Médica SIEM trata-se de um conjunto de entidades que cooperam com um objetivo: prestar assistência às vítimas de acidente ou doença súbita. Essas entidades são a PSP, a GNR, os Bombeiros, a Cruz Vermelha Portuguesa, o INEM e os Hospitais e Centros de Saúde.

O funcionamento deste sistema começa quando alguém liga 112, o Número Europeu de Emergência.

O atendimento das chamadas 112 cabe à PSP, nas centrais de emergência. Sempre que o motivo da chamada tenha a ver com a área da saúde, a mesma é encaminhada para os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM. Sempre que o CODU aciona um meio de emergência procura que o mesmo seja o que está mais perto do local, independentemente da entidade a que pertence (INEM, Bombeiros ou CVP).
 

Em caso de acidente ou doença súbita deve ligar 112.

A chamada será atendida pela Central de Emergência 112 da PSP e transferida para o INEM em caso de emergência médica. Esta chamada é gratuita.

É importante lembrar que o 112 é o Número Europeu de Emergência, sendo comum, para além da saúde, a outras situações tais como incêndios, assaltos, roubo, entre outros.
 

Até uma criança pode aprender gestos simples que salvam.

Existem cursos de Suporte Básico de Vida organizados por várias entidades/escolas acreditadas pelo INEM para darem formação neste produto pedagógico. Deverá contactá-las para saber das condições de participação nestes cursos que se destinam tanto a profissionais de saúde como ao público em geral.

Os conhecimentos básicos de socorrismo adquiridos permitem atuar até que ajuda diferenciada chegue ao local. Esta aprendizagem inclui os procedimentos indicados nas situações de emergência e, principalmente, os conhecimentos sobre o que não deve ser feito, pelos perigos que, por vezes, uma atuação não apropriada pode trazer ao doente ou sinistrado
 



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